Nada mais nos surpreende. Vemos tantos crimes na televisão que envolvem a morte com a justificativa amor. Um termo tão falho e incerto que uns definem como uma coisa boa, mas tantas vezes vira justificativa de atrocidades imperdoáveis.
Existem tantos tipos de amor. Aquele materno que desconhece os limites e é tão verdadeiro que ninguém ousa duvidar. Aquele amor que sentimos por Deus e é incondicional e irremediável. Aquele amor que os filhos sentem pelos pais que nada é capaz de destruir. Aquele amor da amizade que sentimos a necessidade de sentir. Aquele amor que namorados sentem que é o que mais chama atenção, o primeiro que vem à mente quando fala a palavra amor, o que ninguém é capaz de explicar e muitos acabam dizendo: "só acredito depois que sentir."
Um velho ditado diz que no amor você mata e morre. O que não é uma mentira. Tantos matam e colocam a culpa no amor. Mas o amor é capaz disso? Chamam de "jeito torto de amar". Mas existe algum jeito certo de amar? Se a pessoa ama, ela é capaz de ferir intencionalmente?
Até onde o amor pode nos levar?
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