E então quando o sol se libertou, fazendo longos raios amarelados
escaparem pelos vãos da nuvem de algodão, foi como se o mundo
tivesse suspirado em uníssono.
Como se o dia renascesse.
Como se a vida recomeçasse.
Aquele sol escondido por trás das nuvens apareceu e iluminou o mundo
com o seu brilho. Cegou. Esquentou a pele. Fez as pálpebras ficarem
vermelhas.
A esperança de um novo dia. O sol saindo de trás das nuvens foi
similar a um sorriso iluminando uma carranca. Ou ao sorriso do olhar.
O sorriso do olhar…
O meu olhar sorriu e a minha pele ferveu. Ficou dourada, brilhante.
O sol brilhava lá fora.
E eu me sentia renovar.
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